
quinta-feira, 29 de dezembro de 2011
sábado, 3 de dezembro de 2011
terça-feira, 14 de junho de 2011
quarta-feira, 15 de dezembro de 2010
Poinsétia - Flor de Natal
A poinsétia, também designada pelos nomes de bico-de-papagaio, flor-de-são-joão, rabo-de-arara, cardeal, flor-do-natal, ou estrela-do-natal, é uma planta originária do México. O seu nome científico é Euphorbia pulcherrima, que significa "a mais bela (pulcherrima) das eufórbias".
O nome poinsétia (poinsettia, em inglês) deriva do nome de Joel Roberts Poinsett, que foi o primeiro embaixador dos Estados Unidos da América no México. Impressionado pelas cores das brácteas, Poinsett enviou alguns exemplares em para a estufa de sua casa, onde se desenvolveram com facilidade. Poinsett ofereceu muitas destas plantas a amigos que também se interessavam pelo cultivo de flores, como John Bartram que, por sua vez, doou alguns pés da planta para Robert Buist, dono de um viveiro. Este último, desconhecendo o nome científico Euphorbia pulcherrima dado pelo taxonomista alemão Klotzsch em 1833, decidiu vendê-la com o nome Euphorbia poinsettia.
Esta planta já passou por um intenso melhoramento genético, que lhe conferiu muitos cultivares. Sua folhagem pode variar, na textura, no porte e no tamanho. As flores, que na verdade são brácteas (folhas modificadas), podem ser de coloração vermelha, rosa, amarela ou branca, e variam quanto à forma e textura de acordo com o cultivar.

Devem ser cultivados a pleno sol, em solo fértil, drenável e enriquecido com matéria orgânica, com regas regulares. Não tolerante à geadas, multiplica-se por estaquia.Os produtores conseguem produzir vasos com pequenas estacas para colocarem no mercado para o Natal, diminuindo a luminosidade do viveiro.
sexta-feira, 10 de dezembro de 2010
Tuia!

As espécies comercializadas são da família das Cupressáceas, que emanam um suave aroma de limão ao serem tocadas e podem apresentar diversos formatos: piramidal, bola e coração (obtidos com técnicas de pode e condução manual).
quarta-feira, 8 de dezembro de 2010
Planta Carnívora

Em primeiro lugar, é preciso dizer que elas não são monstros de casas mal-assombradas, nem devoradoras de exploradores inocentes perdidos em florestas tropicais africanas. Pelo contrário, na maioria são plantas pequenas e delicadas que capturam pequenos insetos ou animais aquáticos microscópicos. Sua beleza exótica engana muitas pessoas, levando-as a crer que suas folhas, altamente especializadas, são flores. Portanto, a menos que você tenha o tamanho de um inseto, elas lhe são perfeitamente inofensivas.
Para que uma planta possa ser considerada carnívora, é preciso que ela tenha a capacidade de: atrair, prender e digerir. Para tanto elas necessitam de um mecanismo para atrair as presas às suas armadilhas. Muitas carnívoras atraem-nas da mesma forma que as flores atraem seus polinizadores: com vívidas cores e odor de néctar. Outras aproveitam-se de padrões de luz ultravioleta de suas armadilhas para atrair insetos voadores.


sexta-feira, 3 de dezembro de 2010
Bonsai!
A tradução da palavra bonsai significa árvore na bandeja, portanto, trata-se de uma planta adulta, que por meio de sucessivas podas nas raízes e na copa, permanece pequena, a ponto de viver num vaso.
A manutenção do bonsai não difere muito do trato dado as plantas que vivem em vasos comuns. O local para a colocação dos vasos depende das necessidades de sol e umidade para o tipo de bonsai que você adquiriu.
O lugar ideal seria uma varanda ou uma janela onde seu bonsai pegue sol pela manhã, escritórios, ambientes com ar condicionado costumam ser fatais, dentro de casa, não coloque sobre eletrodomésticos.
A tendência que os brotos e folhas têm de buscar a luz do sol poderá provocar desequilíbrio na forma da copa do bonsai. Evite-o, girando o vaso a cada dois ou três meses, sem mudá-los de lugar pois as plantas não gostam de ficar de um lado para outro.
A rega é fundamental para a saúde do bonsai. É a observação e atenção, que vão determinar o intervalo entre as regras. De maneira geral, o horário ideal para regar suas plantas é pela manhã bem cedinho ou na final do dia, com água em quantidades suficiente para vazar pelo orifício de drenagem do vaso, se colocar prato ou bandeja, nunca deixe água acumular no fundo do vaso, isto apodrece as raízes e é fatal para o bonsai.

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
Amarílis!

Na mitologia grega, essa espécie representa altivez, elegância e graça, e está relacionada ao deus olímpico Apolo, famoso por seu orgulho. No Brasil, as açucenas são flores muito apreciadas como presente para o Dia das Mães e como flores de enfeite para o período de Natal. Presentear com essas flores pode também, representar a angústia causada pela distância da pessoa amada, a saudade. Está relacionada, ainda, à Santíssima Trindade sendo, para isso, apresentada em um vaso com três flores.
Devido ao melhoramento genético, existem variedades com flores cônicas, grandes, de coloração branca, rosa, laranja, salmão ou vermelha. Existem flores multicolores, rajadas ou manchadas. Há também as variedades anãs, que apresentam flores pequenas ou dobradas.
Para o cultivo recomendam-se solos leves, arenosos, bem drenado e rico em matéria orgânica. A irrigação deve ser feita de forma moderada até o aparecimento da haste e das folhas. Recomenda-se aumentar a rega durante o período de floração e suspender quando as folhas murcharem.
sexta-feira, 26 de novembro de 2010
Cuidados com os cactos

A quantidade de água necessária para a manutenção destas plantas depende de diversos fatores como terra, drenagem, temperatura, etc, sendo assim é difícil determinar uma periodicidade exata para as regas. Contudo pode-se chegar numa média, de acordo com os períodos do ano. No verão, as espécies com mais de três anos devem ser regadas a cada 5 ou 6 dias; já os minicactos a cada 4 dias. No inverno, os cactos mais velhos devem receber água a cada 12 dias e os jovens a cada 8 dias. Toda a terra ao redor deverá ser molhada, mas não encharcada. Deixe que a água seja absorvida antes de colocar mais água.
quarta-feira, 24 de novembro de 2010
Perfil: Cactos
Mesmo atravessando longos períodos sem chuvas, eles conseguem permanecer verdes e vigorosos. Suas formas são variadas, a maioria tem espinhos e alguns dão flores muito vistosas, atraindo insetos e pássaros! Quanto aos tamanhos, podem ser pequenos, ou atingir até dez metros de altura.
Em geral, os cactos são mais adaptados a ambientes muito secos, em solos formados por cascalho e areia, onde a água escoa muito rapidamente. Além disso, preferem ambientes abertos e com muita insolação, em regiões também de clima seco.
Uma das adaptações do cacto para viver nesta situação é apresentar raízes superficiais, muito longas e ramificadas, permitindo o aproveitamento de uma grande área de solo que permanece úmida por pouco tempo quando chove.
Há espécies que têm uma raiz principal muito grossa para acumular um bom volume de água e substâncias nutritivas. Muitas vezes, essas raízes são mais grossas que a parte aérea da planta.
Os espinhos são uma característica marcante dos cactos. Na verdade, eles representam folhas que se reduziram no processo de evolução dessa planta. Essa é uma outra maneira de reduzir a perda de água, porque sem as folhas eles evitam ainda mais a transpiração. Os espinhos também protegem o cacto contra predadores e podem, ainda, ser importantes na dispersão da plantas. Alguns animais podem ter partes de cactos ou mesmo plantas inteiras aderidas a seus pêlos e, assim, transportá-las para outros locais, onde poderão brotar.
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